Perdas causadas pelo trânsito são um desafio constante para empresas que dependem de suas frotas para entrega de produtos e a prestação dos mais diversos serviços em sua companhia. Tal situação exige recursos tecnológicos que viabilizem, além de relatórios, dados em tempo real para amenizar os impactos diários das atividades exercidas, levando maior eficiência e inteligência nos processos.

Segundo estimativas da Associação de Gestão de Despesas de Veículos, a AGEV, a gestão das despesas com veículos permite uma redução de até 40% dos custos, com uma média de 20% nos gastos com combustíveis e manutenção. Já prevendo que a questão do transito e o tráfego, nas diversas cidades e rodovias do país, tende a se tornar cada vez mais complexa, o uso de soluções inteligentes se faz necessário para que transportadores não sofram com custos desnecessários.

Um estudo divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN) mostra que, somente dentro dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, o trânsito já causou prejuízo superior a R$98 bilhões em 2013, valor que representou 2% da produção total do país. Em outro estudo, conduzido por Marcos Cintra, vice-presidente da Fundação Getúlio Vargas, as despesas com gasolina e diesel, devido ao trânsito, chegaram perto de R$ 10 bilhões em 2012, em São Paulo. No Reino Unido, diminuir em 5% o tempo das viagens nas estradas poderia gerar uma redução de 2,5 bilhões de libras nos custos, o equivalente a 0,2% do PIB daquele país.

Neste sentido, o impacto relativo aos custos de transporte no Brasil é extremamente elevado. Adotar um planejamento eficiente, que garanta uma melhoria contínua na gestão e nas operações das empresas é ponto crucial para que estes custos sejam reduzidos ou eliminados, melhorando até mesmo a imagem da entidade perante clientes e o consumidor final, que recebe o impacto direto das adversidades sobre o frete e os serviços prestados (confira mais sobre aqui).

Fonte: Mundo Logístico.