Com a conclusão das obras de recuperação, alargamento, dragagem de aprofundamento e de construção de terminais de passageiros em 22 portos em todo país, referente a segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2), somando um total de R$7,5 bilhões em investimento, o Brasil se prepara para um avanço no desenvolvimento do setor portuário.

O modelo de aprimoramento da gestão portuária pode ser observado em ações como a expansão de retroárea do Porto do Rio de Janeiro, a dragagem de aprofundamento do acesso do Porto de Vitória (permitindo a entrada de navios de maior capacidade no Espirito Santo), o reforço do píer de acostagem do Alamoa, no Porto de Santos, entre outros empreendimentos que representam esta expansão.

Além da geração de empregos em todo o país, a economia brasileira também é aquecida com novas estruturas que favorecem a exportação, como a dragagem do Porto de Itaguaí e a criação do Porto de Barra do Furado, no Rio de Janeiro, e o Complexo Industrial Portuário de Suape, empreendimento que redefiniu a economia pernambucana na geração de empregos formais e, através de sua localização privilegiada, a ligação com rotas para outros 160 portos em todo o mundo.

Além do investimento em infraestrutura, pode-se notar o avanço tecnológico no apoio das atividades operacionais portuárias. O projeto Porto Sem Papel, por exemplo, reduziu em 25% o tempo de estadia das embarcações ao eliminar os documentos de papel nos processos.

Outro item que chama a atenção, e que também noticiamos anteriormente , é a utilização de um sistema de Agendamento de Cargas e Descargas que, além de favorecer a redução de custos, viabiliza maior dinamismo e agilidade nas operações logísticas.

 

Fonte / Apoio: Portal Portogente