Em Mato Grosso do Sul, a empresa vencedora da concessão do pedágio da BR-163 estipulou o valor de R$ 4,38 para cada 100 quilômetros este valor é o dobro do estado vizinho, o Mato Grosso, segundo a Federação dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários de Cargas, de Coletivos Intermunicipais e Interestaduais. Ao analisar o transporte de cargas com um caminhão bitrem, que possui diversos eixos, por exemplo, um trecho que no MT ficaria em R$ 174, no MS ficará em R$ 344.

Pedágio no MS é 50% mais caro que pedágio no MT

Para demonstrar sua insatisfação com relação a estes valores, representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres (CNTTT) e de sindicatos do Estado se reuniram em Campo Grande no início da semana. O intuito era definir estratégias de trabalho e uma das metas é produzir panfletos informativos sobre os valores do pedágio no Estado, que deverá ser distribuído na cidade e nas estradas.

Grupos do agronegócio querem “derrubar” descanso obrigatório do motorista 

A Lei do Motorista, sancionada pela Presidente Dilma Rousseff no ano passado está sofrendo forte oposição de grupos ligados ao agronegócio. Esta oposição está causando revolta na CNTTT, já que foram quatro anos conversando sobre a lei junto com representantes do agronegócio.

A lei prevê que os motoristas devem dirigir, no máximo, por quatro horas, com pausa para descanso de 30 minutos. De um dia para o outro, os motoristas devem dormir pelo menos 11 horas. Segundo a CNTTT, uma comissão de representantes do agronegócio quer que a carga horária aumente.

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